O Rio Grande do Sul confirmou até esta segunda-feira dois casos de hantavirose em 2026, sendo um deles com morte registrada no município de Paulo Bento. O caso teve confirmação clínica epidemiológica e ocorreu na zona rural. O outro registro foi confirmado laboratorialmente em Antônio Prado. As autoridades de saúde destacaram que os casos não têm relação com o surto investigado em um navio que saiu da Argentina com destino a Cabo Verde. A hantavirose é uma doença transmitida por roedores silvestres, principalmente pelo contato com urina, saliva, fezes ou mordidas dos animais.
Os sintomas iniciais incluem febre, dores musculares, dor de cabeça, náusea e dor lombar, podendo evoluir rapidamente para falta de ar, taquicardia, tosse seca, queda de pressão e choque circulatório. Entre os principais fatores de risco estão atividades agrícolas, limpeza de galpões, colheitas, trilhas e pescarias em áreas com presença de roedores silvestres. Dados históricos apontam que o Rio Grande do Sul registrou oito casos da doença em 2025, sete em 2024 e seis em 2023, mantendo atenção constante das autoridades sanitárias para prevenção e orientação da população rural.

































Comente este post