O julgamento do Caso Chaiane Proença, realizado nesta quarta-feira (29) no Tribunal do Júri de Erechim, foi encerrado após a banca de defesa do réu abandonar o plenário.
A defesa do réu solicitou a dissolução do júri, alegando que houve manifestação emocional de juradas — com ao menos três delas chorando durante o depoimento da vítima.
O Ministério Público se manifestou veementemente contrário ao pedido, repudiando, inclusive, a forma como a defesa teria exposto a imagem de uma das juradas durante a argumentação.
Diante da situação, os próprios jurados foram questionados em plenário sobre a capacidade de manter a imparcialidade. Todos afirmaram que seguiriam aptos a julgar o caso de forma isenta.
O juiz presidente, Marcos Agostini, decidiu indeferir o pedido de dissolução do Conselho de Sentença, determinando o prosseguimento do julgamento e registrando em ata tanto a solicitação da defesa quanto a decisão judicial.
Mesmo com a negativa, a bancada de defesa optou por abandonar o plenário, o que levou o magistrado a encerrar a sessão.
O julgamento será remarcado em nova data.

































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