📍 Erechim — O julgamento de Mateus Henrique Oliveira da Paixão, acusado de matar o médico Gabriel Basso de Moura, segue nesta quinta-feira (30) no Tribunal do Júri de Erechim, presidido pelo juiz Marcos Agostini.
A segunda testemunha a depor foi um comissário de polícia que participou das investigações. Ele informou que tomou conhecimento de ocorrências anteriores envolvendo o réu, incluindo uma tentativa de homicídio contra uma jovem no estado do Pará e outra por agressão.
O policial descreveu que, ao ser encontrado pelos investigadores, Mateus estava vestido com roupão, limpo, tranquilo e sem sinais de ter saído do fogo. Nenhuma das pessoas ouvidas pela polícia relatou que ele havia pedido socorro, fato que deixou todos os envolvidos chocados.
Respondendo à defesa, o comissário confirmou que o réu mencionou consumo de drogas e álcool na noite do crime. Sobre a religião praticada, afirmou que não houve pesquisa específica, apenas que o réu declarou seguir uma religião desconhecida do Comissário.
Segundo o policial, a universidade onde Mateus se formou no Pará não apresentou registros que desabonassem sua conduta acadêmica, e a testemunha afirmou não ter informações sobre o desfecho do caso da tentativa de homicídio no Pará.
O julgamento deve se estender ao longo do dia, com a oitiva das demais testemunhas, interrogatório do réu e debates entre acusação e defesa, antes que o Conselho de Sentença, formado por cinco mulheres e dois homens, se reúna em sala secreta para definir o veredito.
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