Em entrevista à Rádio Difusão, as advogadas Carolina Fiebig e Maíra Cazzuni, que representam a família de Juliana Savic, vítima fatal do acidente com balão em Praia Grande (SC), relataram a falta de apoio e o despreparo das autoridades e da empresa responsável pelo voo. Juliana, natural de Carlos Gomes e moradora de Áurea, faleceu junto com o companheiro Fábio em um passeio turístico que terminou em tragédia, ceifando oito vidas. Segundo as advogadas, a família só tomou conhecimento do acidente pelas redes sociais e enfrentou dificuldades para obter informações ou assistência.
Elas destacaram a ausência de protocolos de emergência, apoio imediato e a imprudência do piloto, que teria abandonado o balão sem orientar os passageiros. Também apontaram contradições nas declarações do piloto e a falta de medidas básicas de segurança, como comunicação em solo e copiloto. A família busca responsabilização civil e criminal da empresa, do piloto e das autoridades municipais, enquanto a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) prepara regulamentação específica para essa atividade no Brasil. “A dor da perda não tem reparação, mas a justiça é o mínimo que esperamos”, afirmaram as advogadas.
































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