Durante o mês de setembro, as crianças da Escola Municipal de Ensino Infantil São Cristóvão e dos anexos Madre Alix e CECRIS participaram do projeto “Alimentos Construtores”, uma proposta voltada à educação alimentar e nutricional na infância. A iniciativa foi desenvolvida pela estudante de Nutrição Cleci Tacca, sob supervisão da nutricionista responsável técnica do município, Aline Chimento.
A proposta foi realizada em três etapas, com um momento desenvolvido em cada unidade, envolvendo as turmas da pré-escola em atividades lúdicas e educativas sobre alimentação saudável. Entre os alimentos trabalhados, esteve o feijão, abordado desde o seu processo de plantação até chegar ao prato pronto para o consumo.
Durante as atividades, as crianças tiveram contato com o alimento in natura, puderam manuseá-lo e conhecer diferentes etapas do seu percurso até chegar à mesa. A programação também contou com teatro e fantasias, tornando o aprendizado mais próximo da realidade das crianças e estimulando a participação.
A partir das experiências, os estudantes foram convidados a refletir sobre quais alimentos são importantes para o crescimento e para a manutenção da saúde. As crianças compartilharam suas percepções, identificaram diferentes alimentos e conheceram os grupos alimentares aos quais pertencem.
Para Valentim Antônio Bueno Casassola, da turma do Pré B 1, a atividade ajudou a compreender a importância de uma boa alimentação. “A gente precisa comer bem pra ficar forte, muito feijão, alface, carne, isso faz bem pra saúde”, destacou.
Educação alimentar desde a infância
A nutricionista responsável técnica do município de Erechim, Aline Chimento, destaca que o contato com os alimentos desde os primeiros anos de vida contribui para a construção de hábitos alimentares mais saudáveis. “Como nutricionista responsável técnica do município de Erechim, acredito que a educação alimentar começa na infância. A alimentação saudável começa muito antes do momento de sentar à mesa. Ela começa no contato com os alimentos, na curiosidade, na descoberta, na possibilidade de experimentar e, principalmente, na construção de uma relação positiva com a comida”, afirma.
Segundo Aline, ações como a desenvolvida nas unidades de Educação Infantil contribuem não apenas para o conhecimento sobre alimentação, mas também para a autonomia e a qualidade de vida das crianças. “Investir em educação alimentar na infância é investir em saúde, autonomia e qualidade de vida para o futuro. E quando conseguimos transformar conhecimento em uma nova experiência diante do alimento, já estamos fazendo a diferença”, completa.
Fotos: SMEd PME
























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