A Famurs, junto com entidades como Farsul, Fetag-RS e Fecoagro, lançou uma carta aberta nesta segunda-feira (16) cobrando medidas emergenciais para enfrentar o grave endividamento de produtores rurais do Rio Grande do Sul, agravado por sucessivas estiagens e enchentes. Entre as principais propostas está o alongamento das dívidas por até 25 anos, com juros limitados a 3% ao ano e carência inicial de três anos. A entidade destaca ainda a criação de um Fundo Garantidor, novas linhas de crédito pelo BNDES e uma moratória tributária de seis meses. Os prejuízos na agricultura desde 2020 já passam de R$ 92 bilhões.
Durante o ato político, autoridades como o governador Eduardo Leite e representantes das federações do campo reforçaram a urgência de respostas por parte do governo federal, que até agora não apresentou contraproposta à demanda entregue em fevereiro. Segundo a Famurs, desde 2020 foram registrados 2.895 decretos municipais de emergência ou calamidade no Estado. O impacto do agronegócio na economia dos municípios, como Erechim e região, preocupa lideranças locais, que alertam: sem medidas concretas, os serviços públicos e a arrecadação também estão em risco.































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