Teve início nesta quinta-feira, 20, no Foro da Comarca de Erechim, o júri popular de Claudemir Alves Figueiró, de 51 anos, acusado da morte da ex-companheira Chaiane Patrícia Proença, de 25 anos. O Conselho de Sentença, responsável por analisar as provas e decidir sobre a existência ou não dos crimes atribuídos ao réu, é formado por sete jurados: cinco mulheres e dois homens. Os jurados acompanham os depoimentos, esclarecimentos e debates realizados durante a sessão e, ao final, respondem aos quesitos apresentados pela Justiça.
O julgamento é presidido pelo juiz Marcos Luiz Agostini. A acusação está a cargo do Ministério Público, representado pelo promotor de Justiça Fabrício Gustavo Alegretti. Atuam na assistencia de acusação os advogados Marco Dorigon, Cassio Felipetto e Joana Tramontina. A defesa de Claudemir é realizada pelas advogadas Priscila Souza da Rosa, Maíra Cazzuni e Kátia Batistello. Ao longo do júri, serão apresentados os argumentos das partes, além dos depoimentos e demais elementos considerados relevantes para a análise do caso. Ao final, caberá ao Conselho de Sentença decidir sobre a responsabilidade criminal do acusado, enquanto o juiz presidente conduz os trabalhos e, conforme a decisão dos jurados, aplica a sentença.
































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