No programa “Elicit Talks”, a empresa também apresentou a jornalistas convidados a sua mais nova solução focada no combate ao estresse hídrico em culturas de soja. O EliZon é um novo produto dedicado às plantas de soja e fruto de três anos de pesquisas. Ao se concentrar no desenvolvimento de inovações baseadas em soluções sustentáveis, a Elicit Plant está mais uma vez oferecendo uma nova tecnologia adaptada à agricultura em larga escala, proporcionando rendimentos significativos de culturas extensivas de soja em um cenário crítico de mudanças climáticas.
Na abertura, o Country Head da Elicit Brasil, Felipe Sulzbach, saudou os presentes ressaltando o prazer de mais uma vez discutir as inovações na agricultura, principalmente em função de situações adversas de clima nos últimos anos. “Neste sentido, a Elicit, empresa fundada em 2017, na França, trabalha na inovação através de uma tecnologia baseada em aumentar a resistência das plantas frente a estresses de clima”, destacou. Sulzbach lembrou da relevância disso ao referir que os preços dos insumos, dos custos de produção e os eventos climáticos extremos têm sido as principais preocupações dos produtores.
O economista Antônio da Luz, referiu que o momento é de preços baixos das commodities no mercado mundial, sobretudo junto a grandes mercados como China e Estados Unidos.
“Então, em um período em há uma tendência de ter um cenário macroeconômico e também de preços de commodities mais desafiador, é importante olharmos para a eficiência do nosso negócio, revisitar as nossas escolhas, ver o que faz sentido, ver o que efetivamente dá retorno”, orientou.
O gerente de Marketing da Elicit Plant, Murilo Monteiro de Moraes, enfatizou que a agricultura é uma prática milenar e ao longo dos anos vem trabalhando para ganhar cada vez mais eficiência.
“Então, acho que eficiência foi a palavra-chave aqui que a gente falou e cada vez mais esses desafios vêm aumentando. Gostaria de chamar a atenção, principalmente, para os desafios climáticos que citados aqui também”, destacou.
A CEO da Plant Colab, Mayra Juline Gonçalves, destacou que o produtor atualmente precisa pensar menos em expansão e mais na produção do que ele já tem. “E aí, a gente coloca um cenário das condições climáticas, que todo ano, por mais que exista um movimento dizendo que isso não existe, a gente sente na pele que o clima vem mudando ano a ano. Isso a gente não muda, a gente não controla”, ressaltou. Neste sentido, Mayra destacou a necessidade do uso correto de ferramentas que possam dar poder de escolha, seja o químico que vai ser usado para cada situação, seja o inseticida ou fungicida.
“Então você vai ter a tua safra, a tua escolha, a tua semente e as tuas aplicações. E você terá uma tecnologia que após o diagnóstico meteorológico, dentro das condições, poderá fazer o uso dela, aplicando-a no campo e colhendo esses resultados na área que você já tem, sem precisar fazer o aumento”, complementou.





























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