Mesmo após a bancada gaúcha no Congresso aprovar, no início de novembro, a priorização da BR-153 (Transbrasiliana) no orçamento federal de 2026, o prefeito de Erechim pediu cautela à população em relação às expectativas sobre o início das obras.
Segundo ele, a votação foi um passo importante, mas ainda não garante a liberação de recursos nem o começo imediato da pavimentação.
“Vender esse sonho agora é precoce. Não dá para dizer que começa no ano que vem. O que podemos afirmar é que todas as etapas técnicas estão prontas — o plano de viabilidade, o ambiental e o projeto executivo”, explicou o prefeito.
O gestor lembrou que o projeto passou por um longo processo de elaboração, iniciado ainda em 2015, e que a fase atual depende de decisão orçamentária em Brasília.
“A Transbrasiliana só sai do papel quando houver recurso efetivo. A prioridade votada pela bancada abre o caminho, mas o próximo passo é garantir que esse dinheiro chegue ao DNIT”, reforçou.
Apesar do tom de prudência, o prefeito reconheceu o avanço político obtido com a votação, que contou com 18 votos favoráveis e apoio de parlamentares de diferentes partidos. Ele destacou ainda o envolvimento de lideranças locais, vereadores e instituições regionais.
“Erechim fez sua parte. Fomos aos deputados, mostramos o peso da região e conquistamos o apoio. Mas é preciso responsabilidade ao comunicar isso: ainda há etapas a vencer”, disse.
O prefeito encerrou lembrando que a Transbrasiliana é uma obra estratégica para o desenvolvimento regional, mas que exige planejamento e realismo.
“Quando começarem os primeiros quilômetros, criaremos um novo corredor de desenvolvimento. Mas até lá, é hora de manter o foco e seguir trabalhando”, concluiu.
































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